Curta de oficina – Melissa

melissa

Assista aqui!

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Dicas de cinema!!

001 – Le Voyage dans la Lune (Uni Music) – 1902 HQ restored – A Trip to the Moon
http://www.youtube.com/watch?v=uMBkDT_eG5g

002 – Eisenstein – Stachka (Strike) 1925 – (assistimos a parte 2/9)
http://www.youtube.com/playlist?list=PL5468B15EC3DD456C

003 – Video-aula sobre Film Noir
http://www.youtube.com/watch?v=0rf0F3Tr6gI

004 – Cenas do Filme PI
http://www.youtube.com/watch?v=x0C14BqhmeQ

005 – Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain
http://www.youtube.com/watch?v=aip3836VtZ0

006 – Paris, Je T’Aime (Paris, I Love You) – Official Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=81mJDgt-vYw

007 – New York, I Love You – Official Trailer [HD HQ]
http://www.youtube.com/watch?v=awfSLGYNb5w

008 – Koyaanisqatsi
http://www.youtube.com/watch?v=I6pVLQAY1HM

009 – Powaqqatsi – Scene 1
http://www.youtube.com/watch?v=EoOdhKYj8Bc

010 – Vivacity (2009) FULL MOVIE
http://www.youtube.com/watch?v=BzaqdOQU7tQ

011 – Baraka (1992) – filme completo
http://www.youtube.com/watch?v=zqeholvoFBs

Baraka é um filme estadunidense de 1992, um documentário experimental dirigido por Ron Fricke, cinematografista de Koyaanisqatsi, o primeiro da trilogia Qatsi, de Godfrey Reggio. Frequentemente comparado a Koyaanisqatsi, o assunto principal de Baraka é, de fato, similar, incluindo filmagens de várias paisagens, igrejas, ruínas, cerimônias religiosas e cidades, misturando com vida, numa busca para que cada quadro consiga capturar a grande pulsação da humanidade nas atividades diárias.

O documentário foi filmado em 70 mm colorido em 23 países: Argentina, Brasil, Camboja, China, Equador, Egito, França, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Japão, Quênia, Kuweit, Nepal, Polônia, Arábia Saudita, Tanzânia, Tailândia, Turquia e EUA. Ele não contem diálogos ou cenas coesas, mas apenas imagens e som ambiente, conversas ou cantos, que podem ser considerados o narrador latente de uma intenção universal espiritual.

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Trilogia Qatsi

SInopse: A trilogia Qatsi é composta por documentários dirigidos por Godfrey Reggio, com música composta por Philip Glass e cinematografia por Ron Fricke. São compostos basicamente de câmera lenta, lapsos de tempo, fotografia de muitas cidades e paisagens naturais. A trilha sonora deste documentário possui grande importância, pois o desenrolar tem a velocidade e o tom ditados por ela. Não existem diálogos e também não são feitas narrações durante todo o documentário. Os filmes levam a refletir sobre os aspectos da vida moderna que nos fazem viver sem harmonia com a natureza, bem como a pressão exercida pelas inovações tecnológicas que tornam o cotidiano cada vez mais rápido.
Filmes:
Koyaanisqatsi: Vida Fora de Equilíbrio (Koyaanisqatsi: Life out of Balance) 1983
“Koyaanisqatsi” lida com aspectos da indústria tecnológica hipercinética do Hemisfério Norte. A palavra “Koyaanisqatsi” tem origem na língua Hopi e significa “vida louca, vida em turbulência, a vida fora de equilíbrio, a vida desintegrando, um estado de vida que apela para uma outra forma de vida”.
Powaqqatsi: Vida em Transformação (Powaqqatsi: Life in Transformation) 1988
“Powaqqatsi” já tem um cunho bem mais sociológico, lida com culturas de moralidade, de tradição e da existência artesanal – culturas da simplicidade no hemisfério sul e países asiáticos. Neste Reggio viajou pelo mundo – inclusive no Brasil, com locações em Serra Pelada e São Paulo – para mostrar como países do Terceiro Mundo são explorados pelos poderosos. O filme é de um colorido impressionante, com imagens de grande força, novamente associadas à música envolvente de Philip Glass.
Naqoyqatsi: Vida como Guerra (Naqoyqatsi: Life as war) 2002
“Naqoyqatsi” completa a trilogia com a grandiosidade de abordar o planeta como um todo, conectado, globalizado, mergulhado na tecnologia que encurta distâncias e acelera processos de destruição devido ao mal uso da tecnologia. “Naqoyqatsi vem da língua Hopi e quer dizer “a vida como uma guerra” ou “a guerra como um meio de vida”.
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Le Voyage dans la lune é um filme francês do ano de 1902. Foi baseado em dois romances populares de seu tempo: Da Terra à Lua, de Julio Verne, e Os Primeiros Homens na Lua, de H. G. Wells.[1] Tinha em seu elenco Victor André, Bleuette Bernon, Brunnet, Jeanne d’Alcy e Henri Delannoy.
O filme teve roteiro e direção de Georges Méliès, com assistência de seu irmão Gaston Méliès. Foi extremamente popular em sua época e o mais conhecido das centenas de produções de Méliès. Foi, provavelmente, o primeiro filme de ficção científica e o primeiro a tratar de seres alienígenas, e usou recursos inovadores de animação e efeitos especiais, incluindo a famosa cena da nave pousando no olho da “Homem da lua”.[1] .
Hoje possui domínio público, pois seus direitos autorais já expiraram.
Foi escolhido um dos cem melhores filmes do século XX no ranking da The Village Voice, ocupando a posição de número 84.[2]
É o filme mais velho presente na lista do livro “1001 filmes para ver antes de morrer”, de Steven Jay Schneider.

No Internet Archive esta disponibilizada uma cópia para download sob a licença “Creative Commons license: Public Domain”.[3]

Além da versão com áudio de época, é possível assistir na internet essa outra, colorizada e com trilha sonora composta pela banda Air:
http://www.youtube.com/watch?v=u3P9h_yaVu0&feature=related

E mais:
Passione
Kiki of Montparnesse

http://www.youtube.com/watch?v=m6UijAIzByE

Plot Device
http://www.youtube.com/watch?v=hKZfAQ7L_WM

Man Ray – 1890/1976

Emanuel Radnitsky foi fotógrafo, pintor e anarquista.

man-ray-1934

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conheceu Duchamp em 1915 e fundou o dadá nova-iorquino. Em 1921 conheceu o movimento surrealista na pintura.

Sabe-se que ele trabalhou como fotógrafo para financiar suas pinturas. E que se dedicou a criar imagens abstratas por meio de fotogramas – a raiografia.

manray-tears-1930_1932

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Man Ray também foi cineasta e fazia filmes surrealistas.

A estrela do mar – L’Étoile de Mer de 1928.

http://olugardosangue.blogspot.com/2008/04/ltoile-de-mer-man-ray-1928.html

Ele solarizava os filmes, ou seja, invertia parcialmente os tons da fotografia. O que era branco ficava preto e vice versa. Aparentemente controlava bem essa técnica.

O link abaixo leva para vários filmes dele:

http://www.ubu.com/film/ray.html

Em 1940 Man Ray ensinou fotografia e suas possibilidades expressivas na Califórnia. Seis anos depois, retornou à França.

Em 1963 publicou a autobiografia Auto-Retrato.

Mais sobre a biografia:

http://artholdings.com/cgi-bin/ah/artists.bio.file?cc=ah&ac=2333

http://www.manray-photo.com/catalog/index.php

http://www.manraytrust.com/

E sobre suas obras:

http://oseculoprodigioso.blogspot.com/2007/02/ray-man-fotografia-dadasta-surrealista.html

http://www.getty.edu/art/gettyguide/artMakerDetails?maker=2036&page=8

“Em lugar de pintar pessoas, comecei a fotografá-las, e desisti de pintar retratos ou melhor, se pintava um retrato, não me interessava em ficar parecido. Finalmente conclui que não havia comparação entre as duas coisas, fotografia e pintura. Pinto o que não pode ser fotografado, algo surgido da imaginação, ou um sonho, ou um impulso do subconsciente. Fotografo as coisas que não quero pintar, coisas que já existem.”

man-ray-1975